Lançamento da revista “RIO JÁ” junta Cláudio Castro, Eduardo Paes e André Ceciliano no mais importante ato democrático popular do Rio dos últimos anos

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No velho Adônis, de Benfica, em meio a uma roda de samba de raiz, cerveja e bolinhos de bacalhau aos borbotões, o Rio de Janeiro festejou na noite desta quarta-feira, a chegada da Revista RIO JÁ. Foi um encontro descontraído, democrático, amplo, como apregoa a linha editorial da publicação, com presenças ilustres: o governador Cláudio Castro (PL), o prefeito Eduardo Paes (PSD), o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), o prefeito de Maricá, Fabiano Horta, deputados, vereadores e muitos outros convidados.

Recebidos pelos diretores da RIO JÁ, Washington Quaquá e Ricardo Bruno, os convidados deram mostras  de que o Rio efetivamente deixou para trás o baixo astral que nos últimos anos reduziu até mesmo a autoestima de cariocas e fluminenses. Falaram-se em projetos, ideias, sonhos para este momento especial de retomada do Rio, o Rio novamente Farol do Brasil.

Cada foto uma piada. Por trás das brincadeiras, o ensaio de algo que pode ganhar consistência na realidade. O registro do deputado Pedro Paulo (União Brasil) ao lado de Cláudio Castro e André Ceciliano despertou a criatividade de um gaiato, que gritou: “Isto não é lançamento de revista, mas sim da chapa vitoriosa das próximas eleições”. Irreverente, Quaquá não deixou escapar a oportunidade e completou: “Está feita a aliança: Pedrinho, vice, Cláudio, governador e André, senador”. Risos, gargalhadas e um sintomático comentário de Cláudio Castro; “Esta é a chapa que o Rio precisa”.

Eduardo Paes ainda não havia chegado. Mais tarde, ao tomar conhecimento da proposição, reagiu com uma indecifrável gargalhada. Pudera, ao chegar, teve seu nome também envolvido numa composição política para 2022. “Chegou o vice do Lula em 2022”, anunciou Quaquá, comandando uma salva de palmas ao convidado.  O ato foi acompanhado pelo ex-deputado Jilmar Tato (PT-SP), que, simpático, se juntou à ovação ao prefeito.

André Ceciliano foi tratado como o Senador do Rio. Uma unanimidade em torno de seu nome para liderar o campo democrático na disputa do Senado foi observada. Fiel escudeiro de Eduardo Paes, Pedro Paulo fez questão de registrar: “Com o PT, às vezes, temos algumas diferenças. Com André, não. Nota mil. Esse é o nome”.

Com outro compromisso agendado, Cláudio Castro saiu mais cedo, mas não sem antes abraçar Eduardo Paes, num clima amistoso, descontraído, civilizado em favor do Rio. Juntos folhearam a RRIO JÁ e fizeram elogios à publicação.

Claudio Castro: “Parabéns ao Quaquá e ao Ricardo pelo projeto. Bonito e com pautas de interesse do estado. Vida longa a RRIO JÁ”.

Eduardo Paes foi na mesma linha; “O Rio precisava de uma revista assim, comprometida com esse momento de virada, para expressar esse sentimento de retomada”.

André Ceciliano completou: “A festa de hoje, ampla e democrática, já mostra que a RIO JÁ é um sucesso. Parabéns ao Quaquá e ao Ricardo”.

A deputada Benedita da Silvam acompanhada do marido Antônio Pitanga, foi reverenciada por todos. Ao vê-la, Eduardo Paes gritou: “Minha amigaaaa querida”. Cavalheiresco, beijou-lhe as mãos.

Base política de boa parte dos presentes, Maricá era objeto constante das conversas. O prefeito Fabiano Horta, ao se aproximar de Eduardo Paes, foi saudado por Quaquá como o melhor prefeito do Brasil. “Você é o segundo, Eduardo”, completou. Gargalhadas…

Também estiveram presentes no lançamento da revista o presidente do PT-RJ, João Mauricio; o diretor-geral da Alerj, Wagner Victer, a deputada Zeidan, o deputado Gustavo Schmidt, o ex-ministro Celso Pansera, o reitor da UFRJ, Ricardo Lodi, além de vereadores de todas as regiões do estado.