Anunciado às pressas, o Auxílio Brasil, benefício do governo Bolsonaro que acabou com o Bolsa Família, deveria pagar ao menos R$ 400 às famílias beneficiárias a partir de novembro, mas a promessa era pagar esse valor mínimo também ao longo de 2022 – deixando a decisão sobre a continuidade para o Orçamento seguinte.
Mas, em novembro, foi apenas reajustado em cerca de 18%, em relação ao que já recebiam do Bolsa Família.
O governo então afirmou que, em dezembro, pagaria o retroativo de novembro, mas isso não deve acontecer.
A demora em aprovar a chamada PEC dos Precatórios, que deve ‘abrir espaço’ no Orçamento para o pagamento do benefício, deixa o governo sem fonte de recursos para esses pagamentos.
Para garantir o pagamento mínimo de R$ 400 neste mês de dezembro, o texto, no entanto, deveria fazer menção ao pagamento retroativo – mas nem mesmo garante a continuidade do pagamento em 2022.
Sem recursos, o Ministério da Cidadania também indicou que a meta de atingir 17 milhões de beneficiários este ano pode não acontecer – vai ficar para depois da aprovação da PEC






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